segunda-feira, 17 de maio de 2010

Final de semana de abertura

E a temporada finalmente teve sua largada. No sábado e domingo todos os times se enfrentaram mostrando que a temporada começou com fogo total.

Sábado, 15 de Maio:





16 de Maio:


sábado, 15 de maio de 2010

Review da pré-temporada (última parte)

(por algum motivo de formatação o texto automaticamente tomou uma formatação diferente da feita por mim)

Até agora oito times foram descritos com seus elencos para a nova temporada, que começa hoje. Particularmente, os último quatro que darei uma revisão a seguir serão os mais gostosos de escrever especialmente por três times: San Antonio Silver Stars, Seattle Storm e Tulsa Shock. Quebrarei o profissionalismo por um momento e confesso que o San Antonio Silver Stars é o meu time do coração e o Seattle Storm tem o segundo lugar na lista (costumava ter o primeiro).

Seguindo a ordem alfabética como de costume, o San Antonio Silver Stars:












O San Antonio Silver Stars não teve a melhor das temporadas em 2009. Como alguns times do Leste, só alcançou os playoffs porque os outros da conferência Oeste foram piores. O San Antonio chegou aos playoffs com uma marca de menos de 50% de vitórias (porcentagem que tirou o MVP das mãos de Becky Hammon).
Como um time que havia chegado às finais do ano anterior conseguiu cair em tamanha decadência? Maior parte da culpa é colocada nas mão do então técnico Dan Hughes que parecia não fazer rotações coerentes para o time. Apesar de ter um elenco muito bom, caiu logo na primeira fase dos playoffs.
A grande mudança do San Antonio Silver Stars é a cabeça. Dan Hughes entregou as pontas e assumiu papel único de GM. Quem atuará como tecnica principal é Sandy Brondello, que já fazia parte da comissão técnica do time; seu marido Olaf Lange será seu auxiliar no comeando do time. Além da mudança de técnicos foram acrescentadas ao time Roneeka Hodges, Crystal Kelly (vinda do Dispersal Draft do Sacramento Monarchs), Michelle Snow (vinda do Atlanta Dream) e a novata Jayne Appel, a terceira escolhada do Draft 2010. Ruth Riley, Sophia Young, Helen Darling, Megan Frazee, Edwige Lawson-Wade e Belinda Snell continuam no time. Apesar de terem dado tchau para a belga Ann Wauters, não estão desfalcadas.
E não esqueci da espetacular Becky Hammon. Acontece que para falar sobre ela é preciso um post inteiro. Toda sua História, seu estilo de jogo, suas dificuldades e até mesmo sua idade a tornam, para mim, uma das jogadoras mais decisivas dos últimos tempos. E isso é provado tanto no San Antonio Silver Stars quanto na seleção russa. Muitos podem dizer que me contradigo nisso, ou mesmo que estou puxando sardinha, mas se puxarem o histórico dos times que ela esteve presente e até mesmo de sua carreira poderão ver que ela não deixou a desejar, a não ser quando teve uma lesão durante seu período no New York Liberty. Becky não é uma jogadora nova. Com onze anos como profissional e trinta e dois de vida consegue dar mais do que muita jogadora nova.
O fundamento principal que precisava ser ajustado no San Antonio Silver Stars é o rebote. Graças a Deus os fãs puderam respirar aliviado quando a nova técnica disse que manteria a filosofia do time eprocuraria aperfeiçoar os rebotes assim que foi nomeada. Os torcedores est"ao bastante esperançosos.
Seattle Storm:










Time que tem a dupla Lauren Jackson e Sue Bird não precisa mudar muito coisa, mas sim torcer para que a australiana fique inteira para a temporada toda, oque inclui temporada regular, playoffs e quem sabe a final. Já fazem dois anos que o time não conta com Jackson para a pós-temporada. Swin Cash completa o trio maravilha do Storm. Tanisha Wright, Camille Little, Ashley Robinson e a russa Svetlana Abrosimova também continuam no time. Além delas o time conta com várias novidades: Abby Bishop (australiana companheira de Lauren Jackson no Camberra Capitals), Allison Lacey, Jana Veselá e Le'coe Willingham.
Brian Agler provavelmente usará e abusará de suas estrelas principais, mas também não poupará as novatas, principalmente para que Lauren Jackson não sinta as dores que tanto a perseguem.
Tulsa Shock:




Ex Detroit Shock e mais nova franquia da WNBA, Tulsa terá muito o que provar nessa temporada. A mudança para Oklahoma resultou na perda de jogadoras importantes como Katie Smith. Os nomes que figuram a lista de jogadoras que representarão o Detroit Shock em 2010 são Chante Black Kara Braxton, Amber Holt, Alexis Hornbuckle, Marion Jones, Natasha Lacy, Plenette Pierson, Scholanda Robinson, Amanda Thompson, Shavonte Zellous. Grande parte vinda do próprio Detroit Shock.
Marion Jones é a grande duvida de toda a WNBA nessa temporada. Ex corredora límpica pega em exames anti-dopping, foi treinada por Dan Hughes e sua equipe em San Antonio e agora defenderá Tulsa em sua primeira temporada na WNBA. Já havia jogado basquete universitário pela University of North Carolina.
Nolan Richardson precisa mostrar que o mal de primeiro ano de franquias não o atingirá. Times como Chicago Sky e Atlanta Dream não foram nada felizes em seus primeiros anos, mas com o tempo foram ganhando força e colocando moral em seus nomes. Creio que o time pode surpreender pela mistura experiente no time.
Washington Mystics:




O elenco não mudou muito da temporada passada para essa. Matee Ajavon, Alana Beard, Marissa Coleman, Monique Currie, Lindsay Harding, Crystal Langhorne e Nakia Sanford continuam no time para essa temporada. As novatas Ashley Houts e Jacinta Monroes são umas das novidades, mas o grande nome que chegou ao time é Katie Smith, veterana vinda do falido Detroit Shock.
Dos olhos de alguém que já assistiu jogo ao vivo do Mystics, o time não tem muito o que mudar. Pode ser apagado no começo da partidas, mas quando é hora de decidir não tem bola de três pontos que não caia. Com a chegada de Katie Smith creio que tal fundamento será apenas aperfeiçoado. O Mystics é um time que pode surpreender, seu maior problema é enfrentar times maiores em sua própria conferência, a Leste.
Técnica principal: Julie Plank
Antes de encerrar o post gostaria de dizer que poderia ter feito melhor, mas como já mencionei em outros posts, meu tempo para esse recurso é pouco. Fiz o melhor que pude no tempo que tive. Perdi até algumas horas de sono no sábado para trabalhar logo cedo, mas valeu a pena.rs
Sigam-nos no Twitter: @wnbabrasil
Fiquem com Deus
Roberta

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Review da pré-temporada (parte 3)

No último post foram citados Atlanta Dream, Chicago Sky e Connecticut Sun. Mais nove times ainda fazem parte da lista de franquias que competirão da nova temporada da WNBA que começa amanhã.

O próximo da lista a ser revisado é o Indiana Fever:
O Indiana Fever teve uma temporada espetacular ano passado. Perdeu o título para o Mighty Mercury, mas não deixou a desejar. E para tentar ir um passo mais longe na temporada não houveram grandes mudanças no elenco. O time vice-campeão continua presente: Tamika Catchings, Katie Douglas, Tully Bevilaqua, Jessica Davenport, Ebony Hoffman, Briann January, Jessica Moore, Eshaya Murphy e a canadende Tammy Sutton-Brown. As novidades são a novata Jene Morris e Allie Quigley (ex-Phoenix Mercury).

Não são muitos os ajustes que Lin Dunn precisará fazer para não morrer na praia nessa temporada. Os fundamentos individuais das principais jogadoras precisam ser aperfeiçoados, como os arremessos de três pontos de Katie Douglas. O time precisa estar pronto para enfrentar uma conferência leste diferente daquela do ano passado.


Los Angeles Sparks:
Ah, o Los Angeles Sparks. Certa conhecida americana certa vez fez um comentário em relação a Marta, estrela do futebol feminino e quatro vezes melhor do mundo de acordo com a FIFA (sim, sempre me orgulho ao dizer isso): "Não é que eu não gosto do time, é que os melhores jogadores sempre vão para times de Los Angeles e eu fico muito brava com isso" (na época Marta jogava pelo Los Angeles na WPS).
Sim, isso é mais do que fato comprovado. Kobe Bryant (Los Angeles Lakers), David Beckham (Los Angeles Galaxy), Marta (Los Angeles Sol (agora extinto), Lisa Leslie, Candace Parker, Tina Thompson, Tina Penicheiro... dispensam comentários. Sem contar com Betty Lennox, Marie Ferdinand-Harris, DeLisa Milton-Jones, Shannon Bobbit, Noelle Quinn e a novata Bianca Thomas, única novidade junto de Ticha Penicheiro. E claro, não esqueci que Lisa Leslie se aposentou!

Apesar de ter passado metade da temporada passada sem Candace Parker ainda conseguiu chegar a final da conferência Oeste dando trabalho para o Phoenix Mercury. Jennifer Gillom agora conta a líder em assistências da Liga, Ticha Penicheiro, vinda do falido Sacramento Monarchs, para incrementar o time. Além das assistências, Ticha Penicheiro também poderá ajudar bastante com os tiros de três pontos, e claro, sua vasta experiência na liga.

Para ser bem honesta, um elenco com Candace Parker, DeLisha Milton-Jones e Tina Thompson dispensa comentários. A golden girl do basquete tem o time nas mãos e ainda conta com ajuda de campeãs tanto da Liga (Penicheiro e Lennox) quanto olímpicas.

Candace Parker entra renovada e com fome de campeonato em 2010. Além dos títulos universitários e olímpico corre em busca do seu primeiro na WNBA. A única dificuldade do time é a conferência na qual se encontra (e sobre qual dissertarei em um futuro post).


Minnsota Lynx:
Realmente é difícil para um time desfalcado sobreviver no Wild Wild West. Infelizmente, a habilidosa Seimone Augustus sofreu uma contusão logo no começo da temporada de 2009 e ficou de molho o ano inteiro. Renee Montgomery, Nicky Anosike, Charde Houston, Rashanda McCaints e Candice Wiggins precisaram segurar as pontas, mas não conseguiram chegar aos playoffs, perdendo a posição para o San Antonio Silver Stars. Como a maioria dos times que saíram por baixo na última temporada o time precisou fazer sérias mudanças. A grande movimentação foi a troca de Renee Montgomey por Lindsay Whalen. Até então jogadora do Connecticut Sun, Whalen sentiu saudades de casa e agora faz parte do elenco para esse ano. Um nome de peso (sem ironia, de verdade) e exeperiente que poderá ajudar em muito o time das linces.

Cheryl Reeve continua no comando e conta com duas mãos cheias de talentos individuais para fazer nessa temporada.


New York Liberty:
Se na WNBA existisse a temida zona de rebaixamento, o New York Liberty seria o quarto colocado dela. Mas quem vive de passado é museu, não é mesmo? Ou melhor, o Pelé, como disse Fahel, goleiro do Botafogo. Com esse pensamento o time da cidade da grande maçã começou a mudar da base: a técnica principal. Anne Donovan, que havia chegado como assistente técnica, foi anunciada tecnica principal poucas semanas depois. E se vocês acham que isso é uma mudança e tanto o melhor ainda estava por vir. Taj McWilliams-Franklin (ex Detroit Shock (falido) chegou para ajudar a festa e no Dispersal Draft do Sacramento Monarchs a franquia tinha a primeira posição e escolheu Nicole Powell, a matadora de três pontos (quem esteve no All Star Game que o diga...). As novidades estavam boas, mas HÁ! TE PEGUEI, disse a diretoria do New York Liberty para quem achava que havia acabado. Em uma troca envolvendo três times e de enrolar os neurônios o Liberty perdeu Shameka Christon e Cathrine Kraayeveld, mas não ganhou pouco. Cappie Pondexter, o nome principal da troca, agora defenderá a camisa azul e braca na WNBA. Deu tchau ao Phoenix Mercury e retornou a região que se foromou (Rutgers - New Jersey). Além das excelentes novidades o time ainda conta com Janel McCarville, Sidney Spencer e Essence Carson. As coadjuvantes não deixam a desejar: Kia Vaughn, Tiffany Jackson e Leilane Mitchel. Com colocações boas no draft, o New York também conta com as novatas Kalana Greene e April Phillips.

O New York Liberty é o maior exemplo do esforço que as franquias têm mostrado para dar uma qualidade melhor ao time e a Liga.


Phoenix Mercury:
Atual campeão da WNBA, bi-campeão da WNBA. O que melhorar em um time onde que tudo dá certo? Já diz a frase: "em time que está ganhando não se mexe!" Na temporada passada o time do Arizona tinha a obrigação de apagar a vergonha que foi o ano de 2008. Apagaram, e da melhor maneira possível. Calaram a boca de muitas pessoas, inclusive a minha, que o julgou pelo início ruim na temporada. "RUN 'N GUNS, GUYS, RUN 'N GUYS!" - Essa tem sido a filosofia do Phoenix Mercury, herança do irmão Phoenix Suns. Atacar, atacar e... defesa? É importante lembrar que a temporada passada foi marcada por lesões em jogadoras fundamentais e baixas em times decisivos. O Phoenix tem um ataque espetacular, mas ainda precisam aperfeiçoar a defesa. Apesar de terem perdido Cappie Pondexter ganharam Candice Dupree que era peça principal no Chicago Sky. Além dessa troca e da novata Taylor Lilley, o time contiua o mesmo. Diana Taurasi e Penny Taylor puxam a carroça com força total. DeWanna Bonner, que ganhou um campeonato em seu primeiro ano como profissional, continua no time agora com mais experiência. Temeka Johnson, Ketia Swanier, Tangela Smith, Brooke Smith, Nicole Ohlde e Sequoia Holmes estão na lista, assim como estavam na vitória que garantiu o troféu de campeão.

A qualidade do time é inegável. Um único nome nesse time deixa qualquer outro GM com água boca por uma negociação bilionária: Diana Taurasi. Essa jogadora consegue fazer basquete parecer fácil. Em suas próprias palavras: "quando um enterrada valer três pontos, vou começar a fazê-la", e para ser bem honesta não duvido. É só ir no Youtube e digitar 'Diana Taurasi' que suas jogadas espetaculares aparecerão e farão qualquer atleta do mini-mirim ir para a quadra treinar arremessos de três de qualquer ponto da quadra. Não apenas arremessos de três, mas também malabarismos em direção a cesta. É, ela não faz bandeja, brinca de ir pra cima da cesta, fazer dois pontos e ainda ganhar lance livre. Diana Taurasi é um mito. Desculpem-me os fãs da Candace Parker, mas na minha lista ela ocupa o segundo lugar entre as melhores jogadoras de basquete do mundo (explicitamente todos sabem que Becky Hammon tem o primeiro lugar). Paro aqui de falar da Dee, como é carinhosamente chamada, senão perco a hora para o trabalho hoje cedo. Só mais uma acréscimo: a atual MVP da WNBA se chama Diana Taurasi. Just for the record...

O técnico Corey Gaines deve estar atento às mudanças dos times restantes na Liga e reforçar a defesa. Esse ano o jogo vai ser mais duro para todos os times.


Aindam faltam quatro times. Não sei ao certo se conseguirei falar sobre eles até a abertura hoje. San Antonio, Seattle, Tulsa e Washington são times importantes, mas quero dar destaque ao Tulsa Shock, novo componente da WNBA.

Infelizmente meus compromissos pessoais não me permitem permanecer em tempo integral aqui. Quem sabe isso não muda um dia? rs

Sigam-nos no Twitter: @wnbabrasil

Fiquem com Deus!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Review da pré-temporada (parte 2)

Prólogo:
"Foram quatorze jogos em onze dias de times grandes. Porém é sempre bom lembrar que os jogos da pré-temporada não podem ser

levados completamente a sério. Grande parte dos times não

joga com suas jogadoras principais que na maioria das vezes estão terminando campeonatos com seus times europeus (ou overseas, como também são conhecidos).

Tais jogos são importantes para os técnicos avaliarem as novas jogadoras, sejam vindas do draft, trocas ou contratações regulares e definirem o time que dará conta da franquia na temporada. E é aí que entra a parte dois dessa review da pré-temporada. Ainda hoje postarei a segunda parte dando um overview dos times."
Post anterior

Começaremos com o Atlanta Dream:
A temporada de 2010 será o terceiro ano da franquia na WNBA. No ano passado o Atlanta chegou a alcançar os playoffs da conferência leste, o que levantou a moral do time já que no ano de 2008 havia conseguido atingir o record de pior campanha da Liga em todos os tempos. Não há muita mudança no elenco do Atlanta Dream para esse ano. As brasileiras Iziane Castro Marques e Érika de Souza continuam garantidas no time assim como a Novata do ano de 2009, Angel McCoughtry. Também continuam no time Coco Miller, Chamique Holdsclaw, Shalee Lehning, Armintie Prince, Sancho Lyttle e Alison Bales.
As novidades são Kelly Miller (vinda do Phoenix Mercury e irmã gêmea da também armadora do Atlanta, Coco Miller), Yelena Leuchanka (bielorrussa ex-Minnessota Lynx) e as novatas Shawn Goff , Chanel Mokango e Brittainey Raven. Ainda não confirmadas estão Dalma Ivanyi (hungara ex-San Antonio Silver Stars) e Demetress Adams, também novata na Liga.

O Atlanta Dream é um time em ascensão. A técnica Marynell Meadors se aproveita dessa fase para estudar os nomes que acrescentará ao elenco que ajudou o Atlanta a se sair tão bem na temporada passada. Nos dois jogos que teve na pré-temporada as jogadoras que juntas tiveram mais tempo em quadra foram exatamente as novatas e recém-chegadas. Mas as 'tias' não ficaram de fora do treino de luxo. A brasileira Iziane foi a cestinha do Atlanta na vitória contra o Washington Mystics.

O primeiro jogo do Atlanta na temporada será contra o San Antonio Silver Stars nesse sábado, 15 de de maio.


Chicago Sky:
Começando sua quarta temporada na Liga, o Chicago Sky tem a chance de provar que ter ficado fora dos playoffs na última temporada foi apenas um acidente de trajeto. Durante a offseason fez parte de uma das trocas mais enroladas da WNBA. Mandou Candice Dupree para o Phoenix Mercury e recebeu Shameka Christon e Cathrine Kraayeveld do New York Liberty. Dominique Canty, Sylvia Fowles, Jia Perkins, Mistie Bass, K.B. Sharp, Erin Thorn e Kristi Toliver são os nomes que permanecem do ano anterior. Sandora Irvin (ex-San Antonio Silver Stars, Tamera Young (ex-Atlanta Dream) e as novatas Abi Olajuwon e Epiphanny Prince completam a lista de jogadoras que representarão o Sky esse ano.

Steve Key, técnico principal do time, precisa ter como principal objetivo suprir de alguma maneira a ausência de Candice Dupree, e torcer para que Sylvia Fowles fique saudável a temporada inteira.


Connecticut Sun:
Tudo parecia ir de mal a pior para o Connecticut Sun. Nem ao menos conseguiu ir aos playoffs ficando no penultimo lugar da conferencia leste e ainda por cima perdeu sua principal jogadora, a armadora Lindsay Whalen. É, a coisa não estava muito boa. Só não estava TÃO ruim porque outros times estavam em um rumo mais decadente. Mas oque parecia não ter mais chances teve a sorte mudada com a loteria do draft e as movimentações da offseason. Para começar a maré de sorte, com a saída de Lindsay Whalen, o time adquiriu Renee Montgomery (ex-Minnesota Lynx) e assinou com Kara Lawson (ex-Sacramento Monarchs). Do antigo elenco permanceram os bons nomes: a francesa Sandrine Gruda, Anete Jekabsone-Zogota (estrela da seleção da Letônia) e Ashja Jones (o único nome do time no All Star Game de 2009, que aconteceu na casa do Sun). Com o dispersal draft do Sacramento Monarchs, a jogadora DeMya Walker passou a fazer parte do elenco também. Até então as coisas realmente pareciam estar melhorando para o time que muito havia falhado na temporada passada. Mas não acaba aí. Em abril algo espetacular acontece para o Connecticut Sun: o draft. Esse foi o maior golpe de sorte do time. Além de terem conseguido o primeiro direito de escolha, tinham mais seis chances de escolhes jogadoras novas para um time que precisava ser renovado. O resultado foi: Tina Charles, Kelsey Griffin, Allison Hightower, May Kotsopoulus, Johannah Leedham, Judie Lomax e Danielle McCray. Todas essas fazem parte do elenco e são novatas na liga. Tan White também completa a lista das jogadoras para o ano de 2010.

O técnico Mike Thibault, popularmente conhecido como Mike T., tem uma mina de ouro em suas mãos. Jogadoras que tem um incrível talento individual, mas que vão precisar aprender a trabalhar juntas. Destaque maior para a novata Tina Charles, grande nome do momento e esperança do time.


No próximo post mais reviews dos times para a temporada de 2010 da WNBA.

Siga-nos no Twitter: @wnbabrasil

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Alguns dias depois... (review da pré-temporada-parte 1)



Hey ho, let's go!

Primeiramente peço perdão por ter sido falha com minha palavra de que os colocaria a parte do que faltava da offseason. Por motivos pessoais não pude estar presente por aqui, mas agora (palavra de discípula) estou me compromissando em postar os passos dos times até o grande começo da temporada.

Já estamos no dia 12 de maio e a grande abertura será no sábado com Los Angeles e Phoenix. Mas engana-se quem pensa que os times dormem. Além do início dos Training Camps a pré-temporada também fez parte da agenda da melhor liga de basquete feminino do mundo.

10 jogos também conhecidos como 'treinos de luxo' agitaram a Liga dos dias 1 a 11 de maio. Além dos times da WNBA as seleções da China e Polônia também pisaram nas quadras do solo norteamericano.

No dia 1 de maio o Los Angeles Sparks recebeu a seleção chinesa e ganhou de 78-58; o time de Los Angeles novamente se movimentou no dia 8 de maio, um sábado, contra o San Antonio Silver Stars e perdeu para o time texano de 86-77; ainda na conferência oeste, os badalados Seattle Storm e Phoenix Mercury se enfrentaram, mas quem saiu com a vitória foi o time da cidade chuvosa com um placar de 77-58; novamente foi vez do Seattle Storm jogar bola e enfrentou a novata Tulsa Shock perdendo de 90-80; partindo para a região da Nova Inglaterra o Connecticut Sun fez três jogos: venceu o Atlanta Dream no primeiro jogo por 86-79; conheceu a seleção polonesa e fez festa fechando com o resultado de 86-64; e para fechar a pré-temporada com chave de ouro, o clássico New York vs. Connecticut terminou com vitória do time Yankee; o Atlanta Dream perdeu para o time da Capital, Washington Mystics, de 77-58; o Chicago Sky também mostrou o time na vitória por 74-65 sobre o Minnessota Lynx; além de ter vencido o time do estado dos mil lagos, o time da cidade do presidente Barack Obama se saiu melhor também contra o Indiana Fever montando um belo 84-71; essa última vitória teve gosto de revanche para o Chicago Sky, que já havia perdido de 69-63 três dias antes.

Foram quatorze jogos em onze dias de times grandes. Porém é sempre bom lembrar que os jogos da pré-temporada não podem ser levados completamente a sério. Grande parte dos times não joga com suas jogadoras principais que na maioria das vezes estão terminando campeonatos com seus times europeus (ou overseas, como também são conhecidos).

Tais jogos são importantes para os técnicos avaliarem as novas jogadoras, sejam vindas do draft, trocas ou contratações regulares e definirem o time que dará conta da franquia na temporada. E é aí que entra a parte dois dessa review da pré-temporada. Ainda hoje postarei a segunda parte dando um overview dos times.

IT IS MAY ALREADY!!!

Siga-nos no Twitter: @wnbabrasil

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Training Camps têm início nesse domingo

Pode não ser o início oficial da temporada, mas é quando os times começam a se ajeitar, conhecer as jogadoras e selecionar as rosters. Ou seja, as principais estrelas estarão voltando para suas cidades afim de mostrar a seus técnicos que vão dar trabalho.

Enquanto isso, as rookies (novatas), selecionadas no draft, tem que provar ao mesmo técnico que merecem estar no time, mostrar entrosamento com a equipe e que mesmo sendo novas podem incrementar o ataque/defesa e dar algo novo na equipe.

No primeira dia de training camp acontece o Media Day, no qual as equipes tiram fotos promocionais, dão entrevistas e dependendo do site fazem journals, algo como um diário dos treinos com relatos das jogadoras, técnicos e assistentes. Um dos times que mais nos atualiza durante o training camp é o San Antonio Silver Stars. TODO DIA pelo menos uma jogadora é entrevistada falando sobre os treinos.

Então, se você não for torcedor do Santos FC, fique ligado nesse domingo para o início dos camps! A temporada está começando, pessoal!

Siga-nos no Twitter: @wnbabrasil

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Seattle Storm anuncia e estampa no uniforme novo patrocinador


11 dias antes do seu primeiro jogo em 2010 o Seattle Storm anunciou uma nova parceria com o Bing, uma ferramente de pesquisas como o Google. A decisão foi tomada pela Microsoft Corporation que possui os direitos do time. Como parte do acordo a camisa da equipe deverá estampar o logo da empresa.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

WNBA Draft 2010

Ressurgi das cinzas para postar aqui... nem me lembro quando foi a ultima vez haha.. mas prometo que estou voltando com tudo! =P

Sabemos que o Draft da WNBA está acontecendo agora as 16:00 horário de Brasília. Ano passado eu fiz meu post sobre o draft bem detalhado sobre as 7 primeiras escolhas. Esse ano vou deixar para a nossa amiga Roberta já que ela gosta de puxar o saco das jogadoras (oops!) de UConn! e obviamente como todo mundo já sabia.. A pivo Tina Charles é a primeira escolhida do draft de 2010 indo para o Connecticut Sun.



#2 - Monica Wright - Virginia - Guard (Minnesota Lynx)

#3 - Kelsey Griffin - Nebraska - Forward ( Minnesota Lynx)

#4- Epiphany Prince - Rutgers - Guard (Chicago Sky) (muito bom p Sky, a Prince é uma jovem jogadora que concerteza vai ajudar no também jovem elenco do Sky)

#5- Jayne Appel - Stanford - Center (San Antonio Silver Stars) (Já vi a Appel ao vivo e a cores lol jogando , na época ela ainda tinha 19 e já mostrava talento, acredito que ela vai ajudar o garrafão do Stars a melhorar.)



Para assistir o draft ao vivo clique aqui
ou no site da WNBA

quarta-feira, 31 de março de 2010

Tulsa Shock lança uniforme

Com nome, logo e arena, só faltava o uniforme. E o time de Oklahoma não tardou em criá-lo. Plenette Pierson foi a primeira a mostrá-lo no Twitter.

clique na imagem para vê-la em tamanho normal

Não percam o início da temporada no dia 15 de maio!

Siga-nos no Twitter: @wnbabrasil
Se inscreva no no fórum: http://wnbabrasil.forumbrasil.net

Do the math

Cappie Pondexter, Kelly Mazzante, Shameka Christon, Cathrine Kraayeveld e Candice Dupree. O que essas cinco jogadoras de três times diferentes têm em comum? Uma troca. Sim, uma troca.

Não há uma maneira fácil de explicar, então vejam só a situação atual do Phoenix Mercury, New York Liberty e Chicago Sky.

Phoenix Mercury: perde Cappie Pondexter e Kelly Mazzante, que passam a jogar pelo New York Liberty.
New York Liberty: perde Shameka Christon e Cathrine Kraayeveld, agora jogadoras do Chicago Sky.
Chicago Sky: perde Candice Dupree, envidada para o Phoenix Mercury, e a escolha da segunda rodada do draft 2010.

Uma troca de três times para esquentar o início da temporada e deixar expectativa de grandes mudanças nesses times.

Cappie Pondexter é sem sombra de dúvidas uma jogadora excelente. Várias vezes All-Star, medalista olímpica pela seleção norteamericana, duas vezes campeã da WNBA... enfim, tem um currículo invejável. Porém, no time do Arizona vivia as sombras de Diana Taurasi e Penny Taylor, os nomes que realmente carregam o caminhão do Mercury. Outro fator-peso para CP23 ir jogar no New York é o carinho pelo Estado vizinho, New Jersey, onde jogou pela Universidade de Rutgers.

Candice Dupree pode ser o que o Phoenix Mercury precisa para conseguir um terceiro campeonato e o segundo seguido. Por ser uma jogadora eficiente em muitas áreas, a adaptação não deve ser demorada, e sem sombra de dúvidas unirá forças com Diana Taurasi e Penny Taylor, formando um dos melhores trios da liga.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Draft 2010 da WNBA será no dia 8 de abril

Elas esperaram quatro anos por esse momento. Os maiores nome do basquete universitário feminino norteamericano* deram o máximo de si pela chance de serem escolhidos no Draft da WNBA.

Esse ano os times terão o direito de escolher uma 'prospect' para completar seu time no dia oito de abril, quinta-feira, às 16h. Infelizmente não haverá cobertura na TV brasileira, mas a ESPN2, a ESPNU e a NBA TV estarão transmitindo ao vivo para os EUA. E para a alegria do resto do mundo, a WNBA.com transmitirá através do site a cobertura do mesmo. Como diria nosso honrado Zagalo, aí sim, fomos surpreendidos novamente!

A primeira escolha do draft será do Connecticut Sun, que conseguiu tal posição através de uma troca com o Minnesota Lynx, na qual o time do Estado dos mil lagos trocou Reneé Montgomery e a primeira escolha do drat desse ano pela veterana Linday Whalen. O Minnesora, por sua vez, havia conseguido a primeira colocação através de uma negociação com o New York Liberty, time de pior campanha na temporada passada.

Clique na imagem abaixo para sabe a ordem de escolha dos times;

Clique na imagem para visualizar o quadro em melhor qualidade.

Alguns nomes que prometem ser grandes escolhas para o Draft desse ano são: Jayne Appel da Stanford University, Tina Charles da University of Connecticut (de onde também vem Sue Bird, Diana Taurasi, Swin Cash, Rebecca Lobo e outros grandes nomes), Kelsey Griffin da University of Nebraska, Epiphanny Prince que jogou três anos na Rutgers University e que agora joga em Botas, na Turquia, Andrea Riley da Oklahoma State University e Monica Wright da University of Virginia.

Não prometo, mas tentarei fazer um overview do perfil das prospects desse ano.

Boa sorte para as garotas, e quem venha a temporada!

Siga-nos no Twitter: @wnbabrasil

*nova ortografia

sábado, 13 de março de 2010

Lauren Jackson assina com o Storm por mais 2 anos!

Já estava certo informalmente, mas todos queriam saber se, de fato, a loira australiana assinaria com o Seattle Storm. Pois aconteceu! Lauren Jackson, a 2 vezes MVP e considerada uma das maiores jogadoras do mundo, assinou com o Storm por dois anos.
"É uma conexão muito especial que eu compartilho com a cidade de Seattle e estou honrada de jogar minha décima temporada em frente de fãs que me receberam no Storm em 2001", Lauren Jackson disse.
Fico muito feliz com a recontratação e espero que ela passe essas duas seasons jogando mto bem, ganhando MVPs e fazendo que o Storm ganhe o seu segundo título. Quem sabe, o terceiro. E que ela se mantenha saudável, então, salvem seu tornozelo, joelho, costas,...

http://www.wnba.com/storm/news/jackson100311.html

Vejam o vídeo de introdução ao site do Storm. Muito legal!http://www.wnba.com/storm/ljisback_splash_1003.html

quinta-feira, 4 de março de 2010

Semana de surpresas para Sandy Brondello

Muitos já ouviram histórias de pessoas cujas vidas mudaram da noite para o dia, ou que passaram por grandes mudanças em um curto período de tempo. Assim está sendo para Sandy Brondello.

Até a semana passada a australiana era uma assistente técnica esperando o início de uma nova temporada com o San Antonio Silver Stars. A partir dessa terça-feira ela foi nomeada técnica principal do time, e um dia dia depois recebeu mais uma grande notícia: está grávida de uma menina.

Ainda não se sabe para quando é o bebê, porém já foi definido que tomará conta das atividades de head coach quando ela entrar em licença.

"Estou com o Silver Stars há cinco anos. Olaf está com o time há três. Então as jogadoras já estão acostumadas conosco", disse Brondello.

A offseason de Sandy Brondello está sendo de preparação para comandar um time, e dar a luz a um bebê... tudo isso no mesmo mês.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Mais 12 escolhidas para o training camp da seleção norte-americana.

Geno Auriemma ataca novamente. Mais doze jogadoras da WNBA foram selecionadas para serem avaliadas pelo técnico da seleção dos EUA.

Alana Beard (Washington Mystics), Swin Cash (Seattle Storm), Tina Charles (University of Connecticut), Shameka Christon (New York Liberty), Candice Dupree (Chicago Sky), Lindsey Harding (Washington Mystics), Asjha Jones (Connecticut Sun), Angel McCoughtry (Atlanta Dream), Renee Montgomery (Connecticut Sun), Maya Moore (University of Connecticut), Lindsay Whalen (Minnesota Lynx) e Candice Wiggins foram as escolhidas pelos cinco membros do Comite de Seleção de Jogadoras para a Seleção dos Estados Unidos.

"Estou bastante animado pois é uma mistura de veteranas com jovens talentos, que são bastante versateis para nos dar um leque de opções como queremos jogar," foram as palavras de Geno Auriemma. "Nós certamente queremos ganhar, e essas são jogadoras vencedoras. Elas tem vencido em todas as atividades de suas vidas. Estou ansioso para começar a trabalhar com elas e mistura-las com o outro grupo que foi anunciado antes. Estou muito excitado com a formação do time. Temos as melhores jogadoras do mundo e isso é apenas um exemplo de quão profunda a seleção do nosso grupo é."

As doze nova selecionada juntam-se a Diana Taurasi (Phoenix Mercury), Sue Bird (Seattle Storm), Tamika Catchings (Indiana Fever), Seimone Augustus (Minnesota Lynx), Sylvia Fowles (Chicago Sky), Kara Lawson (Connecticut Sun), Candace Parker (Los Angeles Sparks) e Cappie Pondexter (Phoenix Mercury).

Essa fusão de grupos experientes com mais novos foi feita com a intenção de dar continuidade ao histórico vitorioso das seleções americanas, preparar o grupo para as competições futuras, quando as veteranas já participantes e vencedoras de Olimpíadas e competições internacionais não estiverem jogando mais.

Deixo uma pergunta no ar: será que Geno Auriemma convocaria Becky Hammon, caso ela não tivesse trocado o passaporte?

segunda-feira, 1 de março de 2010

Mudança no San Antonio Silver Stars


Não se assustem, o título é "Mudança NO Silver Stars", não "DO Silver Stars". Então não temos mais um time mudando de cidade ou falindo.

O San Antonio Silver Stars anunciou em uma coletiva de imprensa no dia 25 de fevereiro anunciou que passará a exercer apenas o cargo de GM no clube. Quem exercerá a função de técnico, ou técnica principal nesse caso, é Sandy Brondello, que já trabalhava como assistente de Hughes há longo tempo. Olaf Lange, marido de Sandy foi nomeado associate coach.

Dan resolveu se afastar da função de técnico para estar em tempo integral como GM, procurando jogadoras, analisando as atletas e trabalhando também em jogadas. Ele continuará como mentor da nova técnica, assim como continuará participando de eventos comunitários do San Antonio.

Nomeada nova técnica, Sandy já deixou explícita sua preocupação com a dificuldade que o time tem em dominar rebotes. A australiana trabalhou como assistente de Dan por cinco anos e estava lá em 2008 na conquista da conferência Oeste pelo Silver Stars.

"Quero agradecer à organização e especialmente ao Dan Hughes pela fé na minha habilidade de guiar o time em diante ao lado do meu marido, Olaf Lange. Nós estamos trabalhando bastante para continuar mantendo um time vencedor, o qual nossos fãs tem crescido bastante", disse Sandy.